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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Guatapará – Uma história soterrada
Mais uma vez saímos de Araraquara em busca das histórias e das diferentes formas de cada cidade do nosso interior tem de começar a escrever um pedaço da sua história e de criar lugares inusitados e diferentes.
O interior pra mim é um lugar onde busco respostas do comportamento humano e uma forma de terapia, pois conhecer cada lugar novo é conhecer melhor os hábitos e costumes desse povo que movimenta toda a locomotiva chamada Brasil.
Desta vez tive o prazer de dividir todos esses lugares com meu fiel escudeiro Fabrício, que com sua câmera no ombro registrou todo nosso percurso, desde a saída até a chegada. Nosso destino era conhecer a Fazenda Guatapará, onde a história dessa cidade do interior paulista começou, a Fazenda Guatapará era uma cidade, tinha escolas, farmácia, igreja, cinema, clube e muito mais que você pode conhecer clicando aqui.
Mas para nossa decepção toda essa história foi soterrada, pois a fazenda foi vendida para usineiros que abriram valas e jogaram tudo terra abaixo e plantaram por cima, cana, hoje só podemos ver cana e nada mais do que isso.
Muitas pessoas nasceram ali e a cidade de Guatapará também começou neste lugar que hoje não guarda nada mais do que cana, triste é saber que o ouro verde acabou com tudo isso e o mais triste é que a história desta cidade foi enterrada, hoje, você poderá apenas conhecer tudo que estou falando por fotos e essa foi a minha maior decepção.
Mas nossa jornada continuou, fomos em busca também do Bar do Zé Goleiro e também da Cruz do Pedro, pois são dois lugares também diferentes que contam suas histórias.
Fomos até Ribeirão Preto e pegamos a estrada antiga de Guatapará, logo no começo encontramos um bando de Macacos que já nos deram boas vindas, mas triste saber também é que eles estavam ali porque as pessoas os alimentam e isso não legal para eles, que vivem da natureza e já tem os seus recursos para adquirir seu alimento, mas nós humanos estamos muito longe para entender todo esse ciclo, infelizmente. Mas vamos em frente, dezesseis quilômetros de terra, muita poeira e chegamos na Cruz do Pedro, o local virou um santuário, pois Pedro foi um menino assassinado a mais de um século atrás e sua Mãe jogou uma praga a quem tinha feito isso a seu filho; pois quem tivesse assassinado Pedro, iria ter as mãos secas, e foi o que aconteceu, um homem que morava próximo ao local apareceu com suas mãos secas e assim a história se tornou lenda e o santuário está lá até hoje, um local onde acontece festas e os fiéis pagam suas promessas.
Mas o nosso destino ainda era chegar no Bar do Zé Goleiro que é bem próximo da Cruz do Pedro e foi assim que conseguimos chegar, o Bar do Zé Goleiro é um local para os apaixonados por lama, ou seja, jipeiros e trilheiros, mas também é um local de encontro de amigos, famílias e de pessoas que querem sair da rotina, lá encontramos um lugar de tranqüilidade no meio de muita cana, é isso mesmo, nos quatro lados que você olha, você encontra cana, e o Bar do Zé Goleiro está lá, há muitos anos, sozinho como propriedade, mas com muitos freqüentadores.
Sentamos, tomamos uma cervejinha, comemos uma porção de polenta frita e uma porção de frango a passarinho, e ficamos conhecendo o local, passamos á tarde em baixo de uma árvore observando, fotografando e filmando, ou seja, fizemos nossa terapia de final de semana e conhecemos lugares interessantes, uns com sua história preservada e outros com sua história soterrada.
Confira o registro em vídeo feito pelo Fabrício que nos surpreende com sua narração e uma bela trilha.
Agradecemos toda atenção do Bar do Zé Goleiro e todos os amigos que fizemos pedindo informações por onde passamos.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Mombuca - A Terra do Sol Nascente
Saindo de Araraquara e no destino “Mombuca” uma colônia de japoneses que fica próximo a cidade de Guatapará e próximo também da cidade de Ribeirão Preto para você se localizar melhor.
“Mombuca” cultiva flores em geral, flor de lótus, frutas exóticas e também tem muitas granjas, onde sai á maioria dos ovos para todo o estado de São Paulo e também para o Brasil.
A minha passagem por “Mombuca” foi uma forma de relembrar a fase da escola onde convivi com vários amigos japoneses que saíam de “Mombuca” para estudar em Araraquara.
Um lugar simples e aconchegante, onde a cultura e alguns costumes japoneses ainda são respeitados.
Confira algumas fotos da colônia “Mombuca” em Guatapará-SP.
“Mombuca” cultiva flores em geral, flor de lótus, frutas exóticas e também tem muitas granjas, onde sai á maioria dos ovos para todo o estado de São Paulo e também para o Brasil.
A minha passagem por “Mombuca” foi uma forma de relembrar a fase da escola onde convivi com vários amigos japoneses que saíam de “Mombuca” para estudar em Araraquara.
Um lugar simples e aconchegante, onde a cultura e alguns costumes japoneses ainda são respeitados.
Confira algumas fotos da colônia “Mombuca” em Guatapará-SP.
Girassol
Broto de Girassol
Plantação de Girassol
Coruja Buraqueira
Igreja da Colônia de Mombuca
Placa de rua em Mombuca
Placa de homenagem no clube de Mombuca
Gatebol parece uma mistura de Pólo e Bocha para "abrasileirar"
No jogo eles só se comunicam em japonês
Uma partida de Gatebol
Fonte
Granja
Marcadores:
Colônia Japonesa,
Fotos Gui Venturini,
interior de são paulo,
Mombuca
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Férias, momento de reflexão – Capítulo 2 – Parte 2
Dando continuidade a minha passagem pelo “Porto Carolina”, um paraíso próximo à cidade de Ibitinga-SP, mostro um pouquinho mais do local e vamos também nos despedindo desse lugar maravilhoso, onde a paz era plena e o contato com a natureza nos enchia de esperança e nos carregava de energias positivas.
Melhor que isso foi a visita de seres humanos maravilhosos que apesar de poucos encontros nos faz acreditar que vale a pena continuar e acreditar em um futuro de paz, alegria e amor ao próximo.
Confira os últimos momentos desse descanso e do contato intenso com a natureza.
Melhor que isso foi a visita de seres humanos maravilhosos que apesar de poucos encontros nos faz acreditar que vale a pena continuar e acreditar em um futuro de paz, alegria e amor ao próximo.
Confira os últimos momentos desse descanso e do contato intenso com a natureza.
Almoço no “batela” com minha “pequena aprendiz de feiticeira” no cardápio arroz branco, feijão preto e filé de sumpiter...hum!!! delicioso!!! E o lugar, nem se fala.
Andorinha, por onde você voou todo esse tempo?
A tranqüilidade de um pescador.
O amanhecer no terceiro dia, uma beleza deslumbrante.
Casaca-de-couro-da-lama
O maestro de todas as manhãs, o sr. Bem-te-vi
Anu Preto
O belo vôo do Carão (ave típica do pantanal e de áreas alagadas)
Passeando
Esse é meu irmão mais velho, meu paizão, meu professor e uma das minhas inspirações e no abraço, minha querida cunhada Claudinha.
Grande amigo e irmão Fábio Romano e no fundo sua esposa, Sandrinha, gracinha também, nesse momento estávamos ouvindo o sucesso da dupla Fábio Romano e Romanito “A Trapezista”.
Outro irmão, Guzão e a delegada Natália, outra pessoa incrível.
E essa é a reunião de seres humanos maravilhosos, você deve estar pensando...quanto irmão você tem? Sim, na verdade não tenho amigos, tenho verdadeiros irmãos, então por isso hoje quero apresenta-los pra você.
Da esquerda para direita, o professor Fábio Romano e sua esposa Sandra, o gestor em RH Rodrigo (Porcaria) ao lado Nil Bueno, a voz do rádio Araraquarense, ou melhor, o senhor alegria geral, minha mãe Vera, “Vera, Verinha, Vera Verás..., gracinha, linda, uma mulher maravilhosa, meu pai novo, Marcelão, o Dr. Gusão companheiro de loiras geladas e de mágoas cuiabanas, junto sua amada Natália, minha esposa Márcia um ser humano de outro planeta, esse é eu...atrás meu irmãozão, queridão e minha cunhadinha Claudinha...ah, não posso esquecer, comemoramos nesse dia o niver da Marçucha.
Faltou meu irmão mais novo, o Gutão, grande pensador que apesar de tão jovem, é tão sábio e minha cunhada Nessa, que é maravilhosa, e também faltaram outros seres humanos nesta foto, mas um dia com certeza conseguirei reunir todas elas.
Nicole, a princesa do dia.
E para despedir do Porto Carolina a visita do Carão.
Infelizmente acabou, mas ainda tenho mais um lugar para mostrar pra você, mas esse será um outro post, aguarde.
Veja os capítulos anteriores:
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